segunda-feira, 31 de maio de 2021

( Bruno Henrique ) No restaurante- Carlos Drummond de Andrade. Fonte: google, tirado do livro O poder ultrajovem

Quero lasanha.
Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
— Meu bem, venha cá.
— Quero lasanha.
— Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
— Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
— Vou querer lasanha.
— Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
— Gosto, mas quero lasanha.
— Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
— Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
— Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
— Você come camarão e eu como lasanha.
O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
— Quero uma lasanha.
O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
— Moço, tem lasanha?
— Perfeitamente, senhorita.
O pai, no contra-ataque:
— O senhor providenciou a fritada?
— Já, sim, doutor.
— De camarões bem grandes?
— Daqueles legais, doutor.
— Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
— Uma lasanha.
— Traz um suco de laranja pra ela.
Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
— Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. — Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
— Agora a lasanha, não é, papai?
— Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
— Eu e você, tá?
— Meu amor, eu…
— Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

Natação - Bruno Henrique

                          NATAÇÃO

Fonte:Google
Site:alternativasport

Negrinha Altor Monteiro Lobato-Lucas Samuel 10

O conto narra a vida triste de uma menina, órfã aos 4 anos. Ela vivia assustada. Enquanto era viva, a mãe escrava, fechava-lhe a boca para que a patroa não ouvisse o seu choro.

A patroa chamava-se dona Inácia. Era viúva e não tinha filhos. Não gostava de crianças e o choro delas tiravam-lhe a paciência.

Quando a mãe da menina morreu, dona Inácia mantinha a pequena junto dela, que mal podia se mexer.

— Sentadinha aí, e bico, hein?
Negrinha imobilizava-se no canto, horas e horas.
— Braços cruzados, já, diabo!

Dona Inácia nunca deu-lhe um carinho e chamava-lhe dos piores apelidos possíveis, mas dizia ter um coração caridoso, por criar a órfã. Além disso, os da casa viviam batendo na criança, que tinha o corpo marcado.

Um dia, dona Inácia recebeu duas sobrinhas pequenas para passar férias em sua casa. Foi a primeira vez que Negrinha viu uma boneca e que brincou. Inesperadamente, dona Inácia deixou a menina brincar com as suas sobrinhas.

A partir daí, e com o regresso das sobrinhas, Negrinha caiu numa profunda tristeza. Deixou de comer, até se deixar morrer numa esteira.



Fonte:Google.  Data da pesquisa:31/05/2021.

Link:https://www.todamateria.com.br/contos-brasileiros/.

Site:https://www-todamateria-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.todamateria.com.br/contos-brasileiros/amp/?amp_js_v=a6&amp_gsa=1&usqp=mq331AQHKAFQArABIA%3D%3D#aoh=16224979686576&referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp_tf=Fonte%3A%20%251%24s&ampshare=https%3A%2F%2Fwww.todamateria.com.br%2Fcontos-brasileiros%2F.

Nome da pesquisa:10 Contos brasileiros que Você tem que ver-Toda Matéria.

Literatura do altor do conto:Literatura brasileira.

Altor do conto: Monteiro Lobato.

Tênis-Lucas Samuel 10


Fonte Google data da pesquisa 31/05/2021 saite: Garopaba Mídia.
Link:https://images.app.goo.gl/FhwRpNkRB39SNZbd6.
Nome da foto:Tênis|Garopaba Mídia.


atletismo-Tharlisom


Atletismo
Fonte: https://br.depositphotos.com/stock-photos/atletismo.html 31 de maio de 2021 individual.

Esgrime. Rute Vitória

Esgrimi 



Fonte: https://escolaeducacao.com.br/amp/esportes-individuais/. 

Data: 31 de maio de 2021

Conto de Graciliano Ramos. •Rute Vitória

Baleia, de Graciliano Ramos

Cadela Baleia de Vidas Secas

O conto é o capítulo IX da obra Vidas Secas. Ele narra a morte da cadela Baleia, que era como um membro da família de itinerantes, composta por Fabiano, Sinhá Vitória e seus dois filhos.

Baleia estava muito magra e seu corpo apresentava falhas de pelos. Já andava com um rosário de sabugos de milho queimados no pescoço, que seu dono tinha colocado na tentativa de fazer com que ela melhorasse.

Num estado cada vez pior, Fabiano decidiu matar o bicho. Os meninos temiam o pior para Baleia e foram levados pela mãe para os poupar da cena. Sinhá Vitória tentava tapar os ouvidos dos filhos para que não ouvissem o disparo da arma. 
O tiro de Fabiano acerta o quarto da cadela e a partir daí o narrador descreve as dificuldades que ela tem para andar depois de ser ferida e as suas sensações nos últimos momentos de vida.

Olhou-se de novo, aflita. Que lhe estaria acontecendo? O nevoeiro engrossava e aproximava-se.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/contos-brasileiros/.  

Data: 31 de maio de 2021

sábado, 29 de maio de 2021

Conto-Rapunzel-Irlanny Grazielly

Era  uma vez um casal que há muito tempo desejava inutilmente ter um filho. Os anos se passavam, e seu sonho não se realizava. Afinal, um belo dia, a mulher percebeu que Deus ouvira suas preces. Ela ia ter uma criança!
Por uma janelinha que havia na parte dos fundos da casa deles, era possível ver, no quintal vizinho, um magnífico jardim cheio das mais lindas flores e das mais viçosas hortaliças. Mas em torno de tudo se erguia um muro altíssimo, que ninguém se atrevia a escalar. Afinal, era a propriedade de uma feiticeira muito temida e poderosa.
Um dia, espiando pela janelinha, a mulher se admirou ao ver um canteiro cheio dos mais belos pés de rabanete que jamais imaginara. As folhas eram tão verdes e fresquinhas que abriram seu apetite. E ela sentiu um enorme desejo de provar os rabanetes.
A cada dia seu desejo aumentava mais. Mas ela sabia que não havia jeito de conseguir o que queria e por isso foi ficando triste, abatida e com um aspecto doentio, até que um dia o marido se assustou e perguntou:
- O que está acontecendo contigo, querida?
- Ah! - respondeu ela. - Se não comer um rabanete do jardim da feiticeira, vou morrer logo, logo!
O marido, que a amava muito, pensou: "Não posso deixar minha mulher morrer… Tenho que conseguir esses rabanetes, custe o que custar!"
Ao anoitecer, ele encostou uma escada no muro, pulou para o quintal vizinho, arrancou apressadamente um punhado de rabanetes e levou para a mulher. Mais que depressa, ela preparou uma salada que comeu imediatamente, deliciada. Ela achou o sabor da salada tão bom, mas tão bom, que no dia seguinte seu desejo de comer rabanetes ficou ainda mais forte. Para sossegá-la, o marido prometeu-lhe que iria buscar mais um pouco.
Quando a noite chegou, pulou novamente o muro mas, mal pisou no chão do outro lado, levou um tremendo susto: de pé, diante dele, estava a feiticeira.
- Como se atreve a entrar no meu quintal como um ladrão, para roubar meus rabanetes? - perguntou ela com os olhos chispando de raiva. - Vai ver só o que te espera!
- Oh! Tenha piedade! - implorou o homem. - Só fiz isso porque fui obrigado! Minha mulher viu seus rabanetes pela nossa janela e sentiu tanta vontade de comê-los, mas tanta vontade, que na certa morrerá se eu não levar alguns!
A feiticeira se acalmou e disse:
- Se é assim como diz, deixo você levar quantos rabanetes quiser, mas com uma condição: irá me dar a criança que sua mulher vai ter. Cuidarei dela como se fosse sua própria mãe, e nada lhe faltará.
O homem estava tão apavorado, que concordou. Pouco tempo depois, o bebê nasceu. Era uma menina. A feiticeira surgiu no mesmo instante, deu à criança o nome de Rapunzel e levou-a embora.
Rapunzel cresceu e se tomou a mais linda criança sob o sol. Quando fez doze anos, a feiticeira trancou-a no alto de uma torre, no meio da floresta.
A torre não possuía nem escada, nem porta: apenas uma janelinha, no lugar mais alto. Quando a velha desejava entrar, ficava embaixo da janela e gritava:
- Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
Rapunzel tinha magníficos cabelos compridos, finos como fios de ouro. Quando ouvia o chamado da velha, abria a janela, desenrolava as tranças e jogava-as para fora. As tranças caíam vinte metros abaixo, e por elas a feiticeira subia.
Alguns anos depois, o filho do rei estava cavalgando pela floresta e passou perto da torre. Ouviu um canto tão bonito que parou, encantado.
Rapunzel, para espantar a solidão, cantava para si mesma com sua doce voz.
Imediatamente o príncipe quis subir, procurou uma porta por toda parte, mas não encontrou. Inconformado, voltou para casa. Mas o maravilhoso canto tocara seu coração de tal maneira que ele começou a ir para a floresta todos os dias, querendo ouvi-lo outra vez.
Em uma dessas vezes, o príncipe estava descansando atrás de uma árvore e viu a feiticeira aproximar-se da torre e gritar: "Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!." E viu quando a feiticeira subiu pelas tranças.
"É essa a escada pela qual se sobe?," pensou o príncipe. "Pois eu vou tentar a sorte…."
No dia seguinte, quando escureceu, ele se aproximou da torre e, bem embaixo da janelinha, gritou:
- Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
As tranças caíram pela janela abaixo, e ele subiu.
Rapunzel ficou muito assustada ao vê-lo entrar, pois jamais tinha visto um homem.
Mas o príncipe falou-lhe com muita doçura e contou como seu coração ficara transtornado desde que a ouvira cantar, explicando que não teria sossego enquanto não a conhecesse.
Rapunzel foi se acalmando, e quando o príncipe lhe perguntou se o aceitava como marido, reparou que ele era jovem e belo, e pensou: "Ele é mil vezes preferível à velha senhora…." E, pondo a mão dela sobre a dele, respondeu:
- Sim! Eu quero ir com você! Mas não sei como descer… Sempre que vier me ver, traga uma meada de seda. Com ela vou trançar uma escada e, quando ficar pronta, eu desço, e você me leva no seu cavalo.
Combinaram que ele sempre viria ao cair da noite, porque a velha costumava vir durante o dia. Assim foi, e a feiticeira de nada desconfiava até que um dia Rapunzel, sem querer, perguntou a ela:
- Diga-me, senhora, como é que lhe custa tanto subir, enquanto o jovem filho do rei chega aqui num instantinho?
- Ah, menina ruim! - gritou a feiticeira. - Pensei que tinha isolado você do mundo, e você me engana!
Na sua fúria, agarrou Rapunzel pelo cabelos e esbofeteou-a. Depois, com a outra mão, pegou uma tesoura e tec, tec! cortou as belas tranças, largando-as no chão.
Não contente, a malvada levou a pobre menina para um deserto e abandonou-a ali, para que sofresse e passasse todo tipo de privação.
Na tarde do mesmo dia em que Rapunzel foi expulsa, a feiticeira prendeu as longas tranças num gancho da janela e ficou esperando. Quando o príncipe veio e chamou: "Rapunzel! Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!," ela deixou as tranças caírem para fora e ficou esperando.
Ao entrar, o pobre rapaz não encontrou sua querida Rapunzel, mas sim a terrível feiticeira. Com um olhar chamejante de ódio, ela gritou zombeteira:
- Ah, ah! Você veio buscar sua amada? Pois a linda avezinha não está mais no ninho, nem canta mais! O gato apanhou-a, levou-a, e agora vai arranhar os seus olhos! Nunca mais você verá Rapunzel! Ela está perdida para você!
Ao ouvir isso, o príncipe ficou fora de si e, em seu desespero, se atirou pela janela. O jovem não morreu, mas caiu sobre espinhos que furaram seus olhos e ele ficou cego.
Desesperado, ficou perambulando pela floresta, alimentando-se apenas de frutos e raízes, sem fazer outra coisa que se lamentar e chorar a perda da amada.
Passaram-se os anos. Um dia, por acaso, o príncipe chegou ao deserto no qual Rapunzel vivia, na maior tristeza, com seus filhos gêmeos, um menino e uma menina, que haviam nascido ali.
Ouvindo uma voz que lhe pareceu familiar, o príncipe caminhou na direção de Rapunzel. Assim que chegou perto, ela logo o reconheceu e se atirou em seus braços, a chorar.
Duas das lágrimas da moça caíram nos olhos dele e, no mesmo instante, o príncipe recuperou a visão e ficou enxergando tão bem quanto antes.
Então, levou Rapunzel e as crianças para seu reino, onde foram recebidos com grande alegria. Ali viveram felizes e contentes.


Fonte-Google-25/08/2021

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Conto Chapezinho Vermelho Lucas Samuel 10

Chapeuzinho Vermelho. 
Era uma vez uma menina que se chamava Chapeuzinho  Vermelho. Certo dia,sua mãe pediu a ela para levar uma cesta de guloseimas para vovó, que estava doente.Mas antes de Chapeuzinho  sair, a mãe a alertou para não falar com estranhos.No entanto,no caminho,a menina encontrou um lobo e contou a ele onde iria.
Como conhecia um atalho até a casa da vovó,O lobo chegou lá primeiro.Ele perseguiu a vovó e a trancou no guarda-roupa.Então,vestiu as roupas dela e deitou na cama. Mais tarde , Chapeuzinho  Vermelho chegou lá e aproximou-Se de sua vovó na cama, que na verdade era lobo.
Assim que teve uma oportunidade,O lobo atacou Chapeuzinho Vermelho. Ela correu  e começou a gritar por socorro,fugindo  para a floresta. Foi  quando encontrou o caçador e contou a ele tudo sobre o lobo malvado.
Enquanto o caçador e Chapeuzinho  voltavam para casa da vovó,o lobo comeu todas as guloseimas  da cesta e adormeceu. Logo,O caçador chegou à cabana e surpreendeu o lobo dormindo. Ele ouviu um barulho vindo do guarda-roupa e soltou a vovó.
O lobo estava com uma baita dor de barriga e não conseguia nem se levantar da cama. Chapeuzinho e a vovó cuidaram dele .
Ele ficou muito grato e se arrependeu de tê-las incomodado. Então ,prometeu nunca mais fazer isso,e Chapeuzinho Vermelho  aprendeu a lição:nunca mais falaria com estranhos e fim.


Fonte: livro de história data da pesquisa 28/05/2021 nome do livro Chapeuzinho Vermelho  marca do livro:Ciranda Cultural
Conclusão  do livro:
 Uma menina muito esperta que se chama Chapeuzinho Vermelho  tem uma tarefa importante:levar uma cesta  de guloseimas  para sua vovó,que está doente. Mas a mamãe a alertou para não falar com estranhos. Será que essa garotinha vai fazer isso?
Informações sobre o livro:
2013 Ciranda Cultural Editora e Distribuidora Ltda.
Produção:Ciranda Cultural.
1 Edição:www.cirandacultural.com.br
Todos os direitos reservados.
País de origem:China
Fornecedor:
Rua Nova São Paulo,480
CEP:06696-100_Itapevi_SÓ
CNP J:68.216.860/0004-43
Marca:Ciranda Cultural 
Modelo:Não aplica
Tamanho do livro:19,5 cm × 20 cm
Lote No:CCUDJ5
Conteúdo:1 livro
Inclui:1 livro

quinta-feira, 27 de maio de 2021

o Burro morto Luis Gustavo

Um Burro morreu bem na frente fuma igreja como uma semana depois o corpo ainda estava lá o padre resolveu reclamar com o prefeito prefeito tem um burro morto na frente da igreja há quase uma semana! E o prefeito grande adversário político do padre retrucou mas padre não e o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos? Sim sou eu! Responde o padre com screnidade mas também e minha obrigação avisar os parentes!                                                                         Fonte: Google autor:Brainly.com.br27/5/2021

Uma ideia toda azul- Bruno Henrique ( Fonte Google) autor Marina Colasanti!!!

Um dia o Rei teve uma ideia. Era a primeira da vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela ideia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda ideia dele toda azul. Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.

Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a ideia poderia ter chamado a atenção de alguém.

Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia: Quem jamais saberia que já tinha dono?

Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo.

Portas fechadas, e o silêncio.

Que sala escolher?

Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono.

Abriu. Na sala acolchoada os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gazes, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a ideia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.

A chave prendeu no pescoço em grossa corrente. E nunca mais mexeu nela.

O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais que mentiam a verdade. Apenas, sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.

Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto.

Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.

Ninguém mais se ocupa de mim — dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo — ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda ideia e guardá-la só para mim.

Abriu a porta, levantou o cortinado.

Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia. 

Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma ideia menina. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.

Sentado na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza.

Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.

A chave prendeu no pescoço em grossa corrente. E nunca mais mexeu nela.

Peter Pan ?- Rute Vitoria

Peter Pan
Todas as crianças crecem, Peter Pan não! Ele mora na terra do nunca. Um dia junto com a fada sininho, foi visitar seus amigos Wendy, João e Miguel. Peter levou- os para conhecer a Terra do Nunca. Com a mágica de Sininho eles sairam voando. A vistaram o barco pirata, a aldeia dos indios e a morada dos meninos perdidos. O  Capitão Gancho vio o Peter Pan e seus amigos voando e resolveu atacá- los; Peter Pan salvoou wendy antes que ela caísse no chão. Os meninos perdidos moravam dentro uma árvore oca.Wendy contou lindas historia para eles. Ela gostou do menino. Um dia o Capitão Gancho raptou a princesa dos indios, mas Peter Pan apareceu para lipertá- la. O capitão fugio e o Crocodolo Tic Tac quase a engoliu, mas ele escapou. Mas o Capitão Gancho não desistiu. Desta vez capturou os meninos perdidos, levou- os para o barco pirata, de lá eles seriam jogados no mar. Mas Peter Pan veio salva seus amigos, lutou com Gancho e o derrubou. De volta ao lar, Wendy pediu que Peter Pan ficasse com eles disse que não e preferio a Terra do Nunca , assim ele nunca creceria e poderia brincar com todas as criança senpre. 

Site : potarcolar.net 

Data de Pesquisa: 27/05/2021

Conto Luis Gustavo

Um Conto e uma narrativa que cria um universo de seres de fantasia ou acontecimentos como os textos de ficção, o conto apresentam narrador personagens ponto de vista e um enredo.                                                                                                                    fonte: Google autor:Wikipedia 27/5/2021

a Lebre e a Tartaruga-Thaisom

Alebre e a tartaruga                                                          A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga certa vez a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações desafiou a lebre para uma corrida ... Logo alebre ultrapassou a adversária e vendo que ganharia fácil parou e resolveu cochilar Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.  Fonte: WikipédiA 29 de maio de 2020 link: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/A_Lebre_e_a_Tartaruga

Ainda no início - Sandra.

 Estamos iniciando um trabalho bonito e edificante. Ver o esforço e interesse dos alunos é gratificante. Alguns alunos ainda não conseguiram ingressar mas logo resolveremos esse problema. ❤

quarta-feira, 26 de maio de 2021

O que é conto- Irlanny


narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaço ger. limitado a um ambiente), unidade de tempo, e úmero restrito de personagens.


Fonte  -Google---25/05/2021

Conto-Rute Vitória

O que é conto?

Natação fuccional falada ou escrita; história; fábula.

Fonte: Minidicionário escolar Português.

Criado: 2009

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Contos- Bruno Henrique

O que é contos?
1 Narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaço Ger.  limitado a um ambiente), unidade de tempo, e número restrito de personagens.
2 É uma narrativa curta que apresente os mesmos elementos de um romance: narrador, personagens, enredo, espaços e tempo.

contos- Lucas Samuel 10

O que é conto?
1-narração falada ou escrita. 2- história escrita,curta e com um único foco dramático.
Data da pesquisa: 24/05/2021
Dicionário:dicionário de língua portuguesa
Informações do dicionário:d546d dicionário de língua portuguesa:atualizado conforme acordo ortográfico da língua portuguesa/ [compilação:Ronaldo da Silva Bastos].-Blumenau :Starke Desing Editora,2009
336 P.
ISBN:978_85_7774_408-4

I.Lígua portuguesa-Dicionários.I.Bastos,Ronaldo da Silva.
CDD 469.3

conto-tharlisom

O que é conto

Narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaçoger. Limitado a um ambiente), unidade de tempo e números restrito de personagens tharlisom 
Fonte: dicionário

Sejam bem vindos!

    Esse blog foi criado com a finalidade de trabalhar conteúdos didáticos e incentivar a leitura, escrita e o hábito de pesquidar assuntos interessantes que ajudem no crescimento intelectual de nossos alunos.
    A professora Caroline Fontão e eu, Sandra Barreto, embarcamos com os alunos nessa aventura digital com a qual pretendemos abordar vários temas e conteúdos.

2023 NA ATIVA

  De volta depois de todo esse tempo, agora pra prestigiar contos escritos por alguns alunos(as) do sétimo ano da Escola Lápis na Mão em 202...